Aula de língua
Por Pierre Louis
A relação aluna-professor nunca é totalmente assexuada. Para algumas mulheres, transar com o mestre exerce o mesmo fascínio que dar para um policial fardado, um soldado, um bombeiro, um oficial da marinha e tantos outros fetiches. Dar aulas, por sua vez, é como interpretar. Assumimos uma persona constituída por uma parte nossa e uma outra... Bem não sei dizer ao certo de onde vem a outra. O fato é que como professor, sou um ?eu? muito melhor: mais culto, centrado, menos inseguro e infinitamente mais interessante.
Talvez tenha sido esse meu alter ego que conquistou minha ex-aluna, uma loira alta, bronzeada de sol. Nem parecia brasileira. Assim que pus os olhos naquela maravilha, soube que não a ensinaria apenas a dizer ?Bonjour?.
Na posição de única mulher da classe, ela sabia que todas as atenções estavam voltadas para si ? e usava e abusava disso. Um dia, era um cruzar de pernas com uma saia bem curtinha; no outro, um vestido bem colado no corpo perfeito. Tudo isso sempre acompanhado de uma carinha inocente que era um tesão! Aliás, aquele jeito angelical só podia ser muito ensaiado. Não podia ser real.
Eu me perguntava como aquela mulher toda cheia de si podia ter um olhar tão meigo; ou era a contradição em forma de gente, ou era uma falsa, uma cachorra ? mas a verdade é que pensar nesse mistério me deixava muito mais excitado, tão excitado que era obrigado a desviar o olhar daquela putinha durante as aulas pra não dar bandeira.
Depois de algumas semanas de aula, ficou mais difícil respeitar a ética profissional e a acrescentei no MSN Messenger. Conversávamos pela Internet, e, a princípio, nossas conversas resumiam-se a: ?Oi, tudo bem??; ?Tudo. E você??; ?Vai chegar atrasada hoje??; ?É bem capaz?.
Passamos semanas assim. Quando eu já estava convencido de que meu fetiche por alunas era bem maior que o dela por professores, ela me interpelou:
- Posso fazer uma pergunta indiscreta?
- Claro - digitei, intrigado.
- Os belgas são realmente mais quentes na cama?
- Talvez sim. Mas as brasileiras são bem melhores que as belgas na cama, com certeza. Por quê?
- Tô escrevendo um conto erótico. Um belga leva uma francesa pra cama. Está certo dizer: "Voulez vous coucher avec moi, ce soir [Quer dormir comigo essa noite?]"?
- Melhor usar o informal: "Tu veux coucher avec moi"?
- E qual a melhor forma de eu usar a frase com você?
Minhas mãos suaram quando li aquilo. Engraçado que eu amo que mulheres tomem a iniciativa, mas ela me pegou totalmente desprevenido. Não podia desperdiçar a chance, no entanto:
- Você deve dizer: "quer me lamber todinha, professor?"
- Quer me lamber e me comer todinha, mon amour?
- Agora! Onde você está?
- Pertinho da escola. Tem a chave de lá?
- Tenho. Me encontra em cinco minutos!
A escola estava vazia. Tudo escuro, só paredes e carteiras pra testemunhar minha "canalhice" no santuário do saber. Ela chegou depois de mim.
- Não acredito que esteja fazendo isso! - disse ela, com aquele ar de inocência que me deixa maluco.
Sentou na minha mesa, esperando minha reação. "Me beija". Eu atendi. Estava nos meus braços, e suas pernas se enroscaram no meu corpo. Era eu que não podia acreditar naquilo. Como era linda e quente. Que delícia de menina!
Nossa transa foi rolando bem devagar. Ela tirava sua blusinha pra eu beijar e ofegava quando eu lambia e sugava suavemente o biquinho duro do seio pequenino e arrebitado. Quando me beijou o pescoço, parecia uma vampira sugando meu sangue - e só a boca dela na minha já me deixava de pau duro como ferro.
Segundos depois, a safadinha me deitou na mesa e me beijou o peito, a barriga e o pescoço, completamente ensandecida.
Adoro mulheres com atitude, mas era a hora de eu assumir a iniciativa. Então, eu a joguei no chão e tirei sua calcinha pra lambê-la bem gostoso como havia prometido. Ela gemia e gemia. Chupei o grelinho, beijei as coxas grossas e me encantei com aqueles pelinhos loiros na xana tão pequena e quente.
Nós suávamos, apesar do piso frio. Foi quando ela me confidenciou:
- Você é muito bom nisso! Que boquinha gostosa!
- E a sua boquinha é gostosa também?
Ela acenou que "sim", com a cabeça.
- Mostra - disse, apontando minha rola com o olhar.
Nossa, e era mesmo. Poucas mulheres sabem dar atenção ao saco e poucas sabem chupar tão bem. Alice sabia exatamente o que fazer. Enfiou todo o membro na boca, lambeu a cabeça, o saco... E chupou como se fosse uma gazelinha esfomeada. Pouco antes de eu gozar, parou. Pus a mão em sua gruta, e ela estava encharcada.
- Pierre, põe dentro de mim já! - ordenou.
O silêncio que se seguiu apenas antecedeu a saraivada de gritos mais intensos que eu já ouvi. Enfiei meu pinto centímetro por centímetro, abrindo espaço por entre as carnes tesas e clarinhas do buraquinho apertado. Alice suspirava, os olhos com algumas lágrimas, mas não pensava em desistir.
Comi aquela xana em todas as posições... E, no fim, minha aluna se ajoelhou e, enquanto me observava com seu rosto angelical, deixou eu derramar minha porra em seus seios. Gozamos muito! Foi incrível!
Dias depois, uma janela no MSN Messenger me convidava para uma conversa.
- Olá, professeur!
- Olá, Alice. Olha, quanto àquele dia, não precisa...
- Foi ótimo. Quando repetimos?
- Quando quiser.
Talvez não tenha sido correto para um professor de francês misturar assuntos profissionais e sexo. Mas, pela minha cartilha, quando se trata de tesão o mais certo é sempre sucumbir.
